Escritor participou de mais uma roda de conversas sobre o livro SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA
O professor, escritor e romancista Clerisvaldo B. Chagas esteve terça-feira, 22/09/2026 na Escola Municipal de Educação Básica José Francisco de Andrade, localizada na Rua Prefeito Joel Marques em Santana do Ipanema e participou de uma roda de conversa sobre o livro SANTANA: REINO DO COURO E DA SOLA, atividade do PROJETO VALORIZANDO NOSSA LITERATURA 2026. Uma realização da SWA Instituto contando com apoio de parceiros, que tem como objetivo difundir a literatura local com os estudantes de Santana do Ipanema.
Ao chegar no local onde aconteceu o encontro o professor pode ver na TV um registro das atividades que foram desenvolvidas na escola com a leitura do livro.


A visita foi a penúltima da terceira etapa do projeto e proporcionou o encontro dos alunos com o escritor, para que pudessem esclarecer dúvidas, fazer perguntas e apresentar outras considerações sobre a obra. A atividade foi coordenada pelo jornalista, escritor, professor e editor da obra, José Malta Fontes Neto, que também é diretor da SWA Instituto e idealizador do projeto.
Participaram da atividade uma seleção de alunos dos 6º 7º e 8º anos. A Ação também contou com as presenças das professoras Sumaia Silva, gestora da escola; Samyla Ferreira, coordenadora Pedagógica e da professora Rosimerry Vieira, professora de História. Participaram também os professores Alexandre Ramos, professor de História e Vinícius Gomes, professor de Língua Portuguesa.
Como nos encontros anteriores, o momento iniciou com falas da direção, coordenação, professores e uma fala introdutória do professor Clerisvaldo, todas coordenadas pelo professor José Malta.
Professores e alunos fizeram perguntas ao convidado especial demonstrando total interesse pelo conteúdo da obra.
Destacamos alguns questionamentos: Cidades e estados beneficiados com o couro de Santana do Ipanema; Como o trabalho com o couro mudou a vida dos santanenses? Quais Fatos curiosos encontrados na pesquisa? Algo na infância do autor contribuiu para a produção do livro? Por que no livro fala muito da Maniçoba e Bebedouro? Qual importância da cultura do couro para Santana do Ipanema? Quanto tempo durou a pesquisa? Se o senhor pudesse voltar no tempo o que gostaria de viver? Dentre outras.
A pergunta mais emblemática foi formulada pela aluna Dayse: O ciclo do couro na historiografia costuma ser muito associado ao universo masculino e aos homens no geral (vaqueiros, curtidores, seleiros, sapateiros…). Durante sua pesquisa, qual foi o papel invisibilizado das mulheres santanenses dentro dessa cadeia produtiva (e no mantimento dessas famílias fabris)?









Finalizada a sabatina, aconteceu os registros fotográficos e os tradicionais autógrafos.






As professoras Sumaia Silva e Samyla Ferreira entregaram mimos aos visitantes: miniaturas de chapéu de couro.





