Versos do Coração Selvagem foi editado pala SWA Instituto Editora
A novel escritora santanense Juliana Pereira (Juhly Blue) lançou na última segunda-feira (3) o seu primeiro livro intitulado “VERSOS DO CORAÇÃO SELVAGEM”
O lançamento aconteceu no estande da SWA Instituto Editora, na XI Bienal Internacional do Livro de Alagoas.
Durante o lançamento a escritora Jhuly Blue interagiu com os visitantes, leu alguns dos seus poemas e recebeu a visita de amigos e familiares, como a santanense Sânia Pereira, irmã do professor Alberto Pereira Santos, madrinha e tia da autora.



























Sobre o livro

Neste livro, a autora conduz-nos por um trânsito sutil e envolvente entre emoções antagônicas que, curiosamente, se complementam com uma harmonia encantadora. A fluidez com que esses opostos se manifestam revela um ser em constante pulsação: uma alma que vibra em múltiplas frequências.
As páginas desta obra são convites a encontros profundos — não apenas com Juliana, mas com partes ocultas de nós mesmos(as). Sua trajetória está grafada nos versos que compôs com coragem e beleza: marcas que desejou deixar no mundo e marcas que o mundo imprimiu em sua história.
Não tema revisitar memórias e emoções enquanto transita por estas páginas. Há um misto de sensibilidade e universalidade nos poemas que quase nos faz crer que foram escritos também sobre a vida de quem ousar atravessar esta obra. É necessário afirmar: algumas experiências parecem mesmo forjadas para nos alcançar a todos(as) em algum ponto da existência.
Nas linhas pulsantes desta coletânea, o leitor pode reviver alegrias e sorrisos, celebrar vitórias, revisitar caminhos já trilhados — e continuar a construir e reconstruir.
Na singularidade desta obra reside uma impressionante pluralidade de mundos. E cada percurso literário valerá a pena, pois conduzirá os leitores a algum ponto do cosmos íntimo que habita cada ser.
Afinal, todo coração já foi, é ou será selvagem. E versar — esse ato sublime — é também pulsar vida. Viver é transformar experiências em palavras, é fazer do verso um gesto de eternidade.



