Engenheiro civil e escritor santanense, Franklin Carvalho Malta, lança seu livro em reunião do Rotary Club Recife


Na reunião plenária do Rotary Club do Recife, do dia 09 de outubro de 2025, presidida pelo presidente do clube Marcelo Pires Ferreira, com a participação João Orlando (vice-presidente), João Pedro Esteves e Jerônimo Miranda (secretários), e demais integrantes do clube, aconteceu o lançamento do livro “O AMOR NO FUTURO DO PRESENTE” de autoria do engenheiro e rotariano Franklin Carvalho Malta.

O amor tem muitas formas e, neste sentido, toda a renda do livro “O amor no Futuro do Presente” será doada e revertida ao abrigo Cristo Redentor., entidade filantrópica desde 1942, que abriga idosos carentes de ambos os sexos, administrada pelo Rotary Club do Recife, Distrito 4500, com a colaboração de várias entidades: Comunidade Obra de Maria, Faculdade Pernambucana de Saúde-FPS, Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes. O abrigo tem capacidade para acolher até 180 idosos. Hoje abrigamos apenas 111 idosos.

O evento contou com a presença do presidente do abrigo Cristo Redentor, o corregedor geral da defensoria pública Manoel Jerônimo que agradeceu a iniciativa da contribuição para o abrigo.


A apresentação do autor foi feita pelo ex-governador do Rotary José de Miranda Esteves. A Rotariana Cristina fez a leitura da sinopse do livro nas palavras de Mary Lane, irmã do autor.


O escritor Franklin Carvalho Malta fez a apresentação do seu livro de poesia com poemas dedicado ao amor em todos os tempos, enfatizando o lema rotário deste ano “UNIDO PARA FAZER O BEM” e que toda a renda será destinada ao abrigo cristo redentor .


Ao final da reunião aconteceu os tradicionais autógrafos.

Sobre o livro “O AMOR NO FUTURO DO PRESENTE

Franklin Carvalho Malta, nasceu em Santana do Ipanema/AL, e ainda na adolescência foi acolhido por Recife, que deu asas a um jovem cheio de sonhos e projetos. Desde então, entre números e versos, ele foi descobrindo na poesia uma forma de expressar sua essência. A engenharia civil, com seus muitos cálculos e concretos, não conseguiu o endurecer. O Direito, com suas leis e códigos, não conseguiu o enquadrar. Ele encontrou no equilíbrio entre as ciências exatas e humanas, o poeta que sempre existiu dentro dele. Um equilíbrio entre o concreto e o abstrato, a razão e a sensibilidade. Mas não seria a poesia o contrário do concreto? Nas 144 páginas desta obra o leitor será convidado a sentir como o autor transformou o amor em palavras e transbordou em versos, rimas e sentimentos. E talvez se se permitir, se salvará um pouquinho da dureza da vida. Sua escrita é uma entrega, um eco da alma que acredita como ele mesmo diz, que “o amor nunca acaba e que ainda, contudo e por tudo, continuará a amar.”

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